Meditação 20 – do livro Meditações do Kung-Fu – Edipro
Há em cada fato aspectos visíveis e invisíveis, há o que se mostra e o que permanece contido. Por isso, mais que saber ver com os olhos do corpo é preciso aprender a ver com os olhos do espírito, com a alma e com a profundidade que a vida e as pessoas merecem.
Essa atitude pode nos levar a experimentar, como fruto desse olhar devagar, maior compreensão e comprometimento conosco e com os outros...
Existe sempre outro modo de ver, sentir e vivenciar o que nos acontece, mas é preciso querer, é necessário ‘perder’ um pouco mais de tempo e, quem sabe, ganhar muito mais sentido!"
(Texto, extraído do blog GRUPO SABADÃO, fundado pelo meu saudoso amigo Pe. Jesus.)
É engraçado que, quando somos adolecentes, deixamos passar coisas muito legais pela gente...
Amigos, situações, sonhos... Com a música não é diferente.
Sabe aquelas bandas que tocavam, a gente gostava, mas um belo dia, sem saber quando ou como, deixamos fugir de nossa memória.
Mas tem o gostinho inverso ! O de redescobrí-los.
Foi o que me aconteçeu muito recentemente comigo, com a banda The Moody Blues.
Lembra do seriado Anos Incríveis que citei tempos atras ? Foi ali que eles resurgiram em minha memória e predileção com a musica Tuesday Afternoon (Forever Afternoon).
Os pontos marcantes desta banda é a sonoridade orquestrada, conjunto de vozes e melodias bem elaboradas.
Deste ponto, não foi difícil relembrar muitas das pérolas tais como Nights in White Satin, Voices in the Sky, I´m Just a Singer e tantos outros.
A banda britânica, surgiu em 1964 inicialmente com rhythm and blues, mas ficaram mais famosos pelas composições na linha do rock psicodélico e principalmente, progressivo.
Nos anos 80, se renderam às baladinhas e românticas desta época, mas sempre com "um toque a mais" como Your Wildest Dreams, Gemini Dream e talvêz a mais famosa deles, Talking Out of To Turn (entre outros).
Sua formação original foi com Ray Thomas, Mike Pinder, Denny Leine, Graeme Edge e Clint Warwick e passou por varias modificações nesta formação. Ela exite até hoje, porém, com somente Graeme Edge como membro da formação original.
A produtora XYZ Live confirmou na noite desta quinta-feira (28) as apresentações que o guitarrista Eric Clapton fará no Brasil em outubro. O músico toca no dia 6 em Porto Alegre (Estacionamento da Fiergs), no dia 9 no Rio de Janeiro (HSBC Arena) e no dia 12 em São Paulo (Estádio do Morumbi).
As vendas de ingressos - pelo site www.livepass.com.br - começam no dia 26 de maio para o show do Rio de Janeiro, em 15 de junho para Porto Alegre e em 23 de junho para São Paulo. Até o momento, a produtora ainda não divulgou os preços das entradas.
As apresentações, que marcam a primeira vinda do "deus da guitarra" ao país em dez anos, fazem parte da turnê de divulgação do último álbum de Clapton, lançado em 2010. Depois do Brasil, ele passará também por Buenos Aires, na Argentina (dia 14) e por Santiago, no Chile (16).
No palco, o cantor e compositor inglês será acompanhado por Steve Gadd (bateria), Willie Weeks (baixo), Chris Stanton (teclado), além das cantoras de apoio Michelle John e Sharon White.
Nestes ultimo mês, me dediquei, junto de minha familia, a rever todo o seriado "Anos Incríveis".
Para mim, foi uma experiência deliciosa, pois foi como rever muitos pedaços de meu passado.
Meus filhos quase se viciaram no seriado, pois ainda não conheciam !
Assistimos todas as 6 temporadas (115 episódios) e para cada episódio, era impossível não pararmos um pouco para refletirmos, pois sempre termina com pensamentos sempre muito carregado de sentimentos e saudades e um riquíssimo conteúdo (inclusive musical).
Consegui encontrar na internet algumas dessas frases:
Sobre seu professor de matemática:
“Professores nunca morrem. Vivem em sua memória para sempre. Eles estavam lá quando você chegou; eles ficaram lá quando você foi embora. Como acessórios. Às vezes lhe ensinavam alguma coisa. Mas nem sempre. E você nunca chegava a conhecê-los realmente nem eles a você. Ainda assim, por algum tempo, você acreditava neles. E, se tivesse sorte, talvez um deles acreditasse em você “.
Kevin era apaixonado pela Winnie. Certo dia, ele ficou com uma menina da qual não gostava. E a Winnie estava namorando com um jogador de futebol americano. Kevin descobre a solidão:
“Até aquele momento eu não tinha idéia do quanto podia doer perder algo que nunca se teve realmente.”
Sobre seu pai, Kevin disse o seguinte:
“E ele sempre estaria lá, um parceiro silencioso. Foi o primeiro a me receber quando me formei no colégio e foi o último a sair quando fui para a faculdade. Minha mãe me contou que ele ficou horas na rua após eu me despedir”.
Sobre as marcas do tempo:
“Nós temos pressa, mas é preciso aprender que às vezes o tempo corta nosso peito como faca e deixa a marca pra sempre.”
Kevin havia tomado aulas de piano para tocar num recital, mas desistiu porque um menino, que tocava melhor que ele, iria apresentar a mesma música:
“Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta. De que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo”.
Quando a irmã dele vai embora pro Alasca, Kevin diz:
“É quando os irmãos desejam terem se conhecido melhor.”
Sobre uma menina esquisita com quem ele havia dançado quadrilha e sente vergonha de ser amigo dela:
“Algumas pessoas passam por sua vida e você nunca mais pensa nelas. De outras, você se lembra e talvez imagine o que pode ter acontecido com elas. Outras, você imagina se pensam no que aconteceu a você. E há aquelas que você não gostaria nunca mais de lembrar, mas se lembra.”
Esta é uma das que mais me revelo em me lembrar de tantos amigos que passaram por minha vida:
“Existem pessoas que passam em nossa vida e vão embora e nunca mais ouvimos falar. Outras entram e permanecem para sempre. E há aquelas que passam e vão embora, mas jamais as esqueceremos.”
Kevin, ecoando o sonho de Martin Luther King Jr.:
“Haverá o dia em que os homens serão lembrados pelas suas ações e não por sua cor, crença ou condição.”
No episódio “Corações Partidos II”, Kevin pegando carona em Rousseau, que disse que “nada está mais sob o nosso domínio que o coração, mas longe de podermos comandá-lo, somos forçados a oberdecer-lhe”:
“O amor nos obriga a fazer coisas engraçadas. Ele nos torna orgulhosos, ele nos deixa arrependidos(…). E mesmo que eu não soubesse que caminho seguiríamos, sabia que não podia deixar que ela saisse da minha vida.”
Em busca do amor perfeito:
“Por toda a nossa vida, procuramos por alguém pra amar… alguém que nos complete… nós escolhemos companhias e mudamos de companhias… dançamos músicas que falam de corações partidos e de esperança… e por todo o tempo pensando se, em algum lugar, de alguma forma, existe alguém perfeito, que esteja à nossa procura…”
No dia em que a Winnie vai embora, Kevin a observa partir da varanda da sua casa, enquanto seu pensamento viaja:
“E se os sonhos e as recordações se misturam, é assim mesmo que deve ser… porque todos merecer ser heróis.”
Kevin crescendo:
“Quem estaria certo e quem estaria errado? Agora eu sou adulto e continuo sem saber. Mas em algum momento, tarde da noite, quase ao adormecer, as idéias e desentendimentos se dissipam e restam apenas as pessoas. E as pessoas naquele tempo não eram diferente do que sempre foram e sempre serão. As moças se apaixonam. Os homens e as mulheres sofrem sozinhos pelas escolhas que fizeram. E os meninos, confusos, cheios de medo, de amor e de coragem crescem silenciosamente enquanto dormem.”
No último episódio, Kevin se despede assim (Esta me lembra de uma certa Av. Rodrigues Alves...):
“Crescer acontece muito depressa. Um dia, você está de fraldas e no outro já está indo embora. Mas as lembranças da infância permanecem com você durante muito tempo. Me lembro de um lugar… uma cidade… uma casa… Como todas as outras casas….Um jardim, como todos os outros…. numa rua, como todas as outras. E… depois de todos esses anos, eu continuo a me lembrar… com admiração.”
Uma sinópse do seriado:
Anos incríveis (em inglês: The Wonder Years) foi uma série americana de televisão criada por Carol Black e Neal Marlens. Durou seis temporadas na rede americana ABC, de 1988 a 1993. No Brasil, o programa já foi exibido pela TV Cultura, TV Bandeirantes, Multishow e Rede 21, até voltar à TV Cultura.
Anos incríveis apresentou as questões sociais e os eventos históricos do final dos anos 60 e início dos anos 70 através dos olhos do protagonista Kevin Arnold, que também vive os assuntos da adolescência (principalmente com seu grande amigo Paul e sua paquera, Winnie Cooper), problemas familiares e outros. Enquanto se passam as histórias, os acontecimentos são narrados por um Kevin mais velho e experiente, que descreve o que acontece e conta o que aprendeu de suas experiências. Esta técnica serviu de inspiração a outras séries.
As músicas do seriado:
Estaé uma questão que não dá para deixar passar em branco.
As músicas que compuseram cada episódio, todas da época da ocorrência do episódio, foram muito bem escolhidas para cada situação.
Algumas composições foram feitas específicamente para o seriado, e não consegui encontrar detalhes de quem escreveu ou tocou (todas apenas solos com forte apelação no violão e piano).
A abertura do seriado já se tornou inesquecível na voz rouca e marcante de Joe Cooker cantando With a Little Help from My Friend (no link abaixo, Joe Cooker cantando em WoodStok - 1969):
Todo o conteúdo rendeu os 5 ótimos CD´s abaixo:
Citar todas as musicas, seria merecido, mas este texto vai ficaria enorme e sei que ninguém iria ler (Ehehehe) .
Então, seguem algumas das minhas favoritas:
With A Little Help From My Friends - Joe Cocker For What It's Worth (Stop, Hey What's That Sound) - Buffalo Springfield Get Together - Indigo Girls In The Still Of The Night (I'll Remember) - Debbie Gibson
Ruby Tuesday - Julian Lennon Teach Your Children - Crosby, Stills, Nash & Young
Brown Eyed Girl - Van MorrisonCome Home (Wonder Years) - Debbie Gibson
Mas quem sabe, no próximo espaço que eu tiver no programa É ROCK, colocarei lá 3 ou 4 grandes sons !
Vamos esperar o convite ! Ehehehehe
Anos Incríveis rodou o mundo, ganhou elogios da crítica pela sua inteligência e sutileza, sendo vencedora de vários Emmy’s, o Oscar da TV americana. Talvez o grande motivo de sucesso no Brasil foi o uso de uma fórmula diferente da que as séries americanas estão acostumadas a usar. Ao invés do humor pastelão e risos pré-gravados, Anos Incríveis mostrava um humor sutil e inusitado em cima de uma situação dramática.
Sem duvidas, este trabalho vale muito a pena ser conhecido ou revisto e estou certo que assim como eu, você irá assistir alguns pedaços de sua vida.
Mas não de qualquer JAZZ (se é que existe isso !) e sim
do excepcional guitarrista Patrick Metheny (Patrick Bruce Metheny) ou Pat Metheny.
Vira e mexe, passa-se algum tempo, e me reencontro ouvindo meus CD´s de Pat Metheny. É o caso de agora. E com isso, resolvi encontrar alguma coisa sobre este musico realmente incrível e compartilhar aqui. Confesso que acabei pegando do WIKIPÉDIA na íntegra, pois a história deste músico é no mínimo fascinante !
Iniciando com o trompete já aos 8 anos de idade, Metheny trocou para a guitarra ao 12 anos. Aos 15 anos, já estava trabalhando com os melhores músicos de jazz do Kansas, adquirindo experiência em bandas já muito jovem. Seu primeiro sucesso na cena internacional do jazz foi em 1974. Com o lançamento de seu primeiro álbum, Bright Size Life (1976), segundo a crítica, ele reinventara "o som tradicional da guitarra jazz" para uma nova geração de guitarristas. Durante sua carreira, continuou a redefinir o gênero utilizando novas tecnologias e trabalhando constantemente para refinar sua capacidade sonora e de improvisação no seu instrumento.
Durante os anos, atuou com músicos tão diversos como Steve Reich, Ornette Coleman, Herbie Hancock, Brad Mehldau, Jim Hall, Milton Nascimento e David Bowie. Formou uma parceria de composição com o tecladista Lyle Mays por mais de vinte anos - uma parceria que foi comparada às de Lennon/McCartney e de Ellington/Strayhorn por críticos e por ouvintes igualmente. O trabalho de Metheny inclui composições para guitarra solo, instrumentos elétricos e acústicos, grandes orquestras, e peças para ballet, com passagens que variam do jazz moderno ao rock e ao clássico.
Metheny atuou também na área académica como professor de música. Aos 18, foi o professor mais novo de sempre na universidade de Miami. Aos 19, transformou-se no professor mais novo de sempre na Berklee College of Music,onde recebeu também o título de doutor honorário vinte anos mais tarde (1996). Ensinou também em workshops de música em várias partes do mundo, desde o Dutch Royal Conservatory ao Thelonius Monk Institute of Jazz. Foi também um dos pioneiros da música eletrônica, e foi um dos primeiros músicos do jazz que tratou o sintetizador seriamente. Anos antes da invenção da tecnologia de MIDI, Metheny usava o Synclavier como uma ferramenta de composição . Também tem participação no desenvolvimento de diversos novos tipos de guitarras tais como a guitarra acústica soprano, a guitarra de 42-cordas Pikasso, a guitarra de jazz Ibanez Pm-100, e uma variedade de outros instrumentos feitos sob encomenda.
Metheny é um músico que estuda e escreve muito, está aberto a inúmeras influências, e principalmente toca e grava muito. Nesse processo, atira em várias direções, e é inegável que acaba produzindo alguns trabalhos de caráter mais comercial, ainda que agradáveis e perfeitamente bem executadas.
Durante anos, Metheny ganhou vários concursos como o "melhor guitarrista de jazz" e prêmios, incluindo discos de ouro para os álbuns Still Life (Talking), Letter from Home e Secret Story. Ganhou também quinze prêmios Grammy Awards sobre uma variedade de categorias diferentes incluindo "Best Rock Instrumental", "Best Contemporary Jazz Recording", "Best Jazz Instrumental Solo", "Best Instrumental Composition". O Pat Metheny Group ganhou sete Grammies consecutivos em sete álbuns consecutivos.
Metheny dedica-se a maior parte de sua vida em turnes e viagens, e calcula uma média entre 120 à 240 viagens por ano desde 1974. Continua a ser uma das estrelas mais brilhantes da comunidade do jazz, dedicando tempo aos seus próprios projetos, a novos músicos e aos veteranos, ajudando-lhes a alcançar suas audiências tão como realizar suas próprias visões artísticas.
Abaixo compartilho 2 grandes momentos que gosto muito de Pat Metheney.
A primeira é a música Going Ahead. Um solo maravilhoso tocado em Montreaux (lembra que falei sobre este festival ?) em 1982:
O segundo momento, é com seu grupo tocando The Gathering Sky partes 1 e 2:
Você pode conhecer os trabalhos deste musico através de sua rádio, clicando aqui.
Amigos,
Após um breve período fora, viajando, estamos de volta...
Hoje quero compartilhar com vocês um vídeo bem bacana, enviado por um amigo (de muito longe), Vali Malkin.
Este vídeo nos faz refletir sobre situações que quando viajamos, vemos com certa frequencia.
Creio que este vídeo, enviado por este grande amigo, foi providencial, pois o recebi bem no período que estive em viagem e conicidentemente, ví ocorrer.
Este programa está imperdível !
Os amigos do É ROCK, receberam mais uma vêz a ilustre e bem humorada presença de nada mais nada menos que Celso Blues Boy. O Blues Men brasileiro !
Para quem ainda não conhece, Celso começou a tocar profissionalmente na década de 1970, acompanhando Raul Seixas e Sá & Guarabyra. Montou a banda Legião Estrangeira em 1976, com a qual se apresentava em bares e casas de show.
Neste programa, além da incontestável, Celso apresentou ao publico com sons clássicos como Steve Mille, Joe Cocker, e Rolling Stones, além é claro, do bom humor de toda a galera.
Não estive junto nas gravações deste programa, mas me falaram que a casa encheu !
Eu, como um fã do rock progressivo, não poderia deixar de comentar e aprresentar esta banda jovem: MOON SAFARI é uma banda suéca (aqui estamos falando da banda Moon Safari e não do disco Monn Safari da banda AIR, ok ?).
Criado em 2003 formados por Simon Åkesson (vocais, backs, hammond organ, melotron e moog), Petter Sandström (violão, vocais, backs e harmônica), Anthon Johansson (violão, guitarra, back vocal e percussão), Johan Westerlund (baixo, back vocal) e Tobias Lundgren (bateria, percussão e back vocal).
O trabalho do grupo é conciso, extremamente bem elaborado e melodicamente maravilhoso de se ouvir.
Uma verdadeira jóia rara em meio ao marasmo que cerca a música de tempos em tempos.
A banda é praticamente uma orquestra de cinco indivíduos extremamente talentosos e que tem tudo para despontar entre as maiores revelações do progressivo atual, ao lado de gente como Neal Morse, Spock's Beard, Marillion, Tangent e outros mais.
Nas imagens abaixo, temos as capas dos 3 discos lançados pela banda, na ordem dos lançamentos, porém, inicialmente conheci o segundo trabalho do grupo com o disco [Blomljud] de 2008... Um album duplo, que não me canso de ouvir. As melodias são ricas e nada típico de se ouvir. Os vocais, os momentos acusticos, os teclados, são muito bem trabalhados.
Também pude conheçer na íntegra o terceiro (ultimo) trabalho deles, "Lover´s end" de 2010, onde reafirmam todas as minhas observações.
Falta ainda (e me confesso ansioso) em conheçer o primeiro trabalho deles: "A Doorway To Summer" de 2005, porém pelo que pude ouvir neste link com a música "Across The Ocean" (completa), que já me ficou claro que o grupo facilmente entra na lista de favoritos de qualquer pessoaque curte boa música.
Já o site do grupo (http://www.moonsafari.se), infelizmente, deixou muito à desejar. Mas quem precisa de site, com a qualidade de musica que eles apesentam !! Ehehehehehe
Há algum tempo atrás, meu amigo Parffit, me convidou a assistir no SESC daqui de Joinville o grupo BRASIL PAPAYA.
Mediante aos fortes argumentos, aceitei o convite e fui em compania de minha familia conheçer o trabalho desta banda de Florianópolis.
Realmente, fiquei bastante contente com o que vi: Um Rock instrumental de muito boa qualidade e de composições próprias.
Mostraram sempre muita simpatia com o pequeno público presente (que infelizmente, normalmente ocorrem pela má divulgação e pela resistência do povo em conhecer o novo) e com muita simplicidade, deram um verdadeiro show de técnicas e requintes.
Graças a este amigo, estive no lugar certo e na hora certa, e com isso, adquiri o CD ESPERANZA (foto da capa ao lado) e com a oportunidade, pude receber o autógrafo de cada membro, e poder conversar um pouco com cada um deles.
A banda é formada por José João "Baba Jr" no baixo, Alex Paulista na bateria e os irmãos (fundadores da banda) Eduardo Pimentel e Renato Pimental nas guitarras e violão.
Foi fundado em Florianópolis em 1993 e têm como característica muita ousadia e riqueza nos acordes com bastante mistura os estilos do Rock, mas sempre com boas pitadas da nossa musica brasileira.
Espero que esta galera, ganhe maior evidência nacional, pois sem duvidas, mereçem.
Conheça mais sobre a banda clicando aqui. Vale a pena !
The Monkees foi um grupo de rock dos Estados Unidos criados e dirigidos pelos produtores Bert Schneider e Bob Rafelson. Formado por David Jones (voz e percussão), Micky Dolenz (voz e bateria), Peter Tork (baixo, teclado e voz) e Mike Nesmith (voz e guitarra).
O grupo foi criado em 1965 pela rede americana NBC para rivalizar com o grupo inglês The Beatles.
Um fato curioso é que para escolher os futuros astros, os produtores colocaram no jornal um classificado pedindo "quatro loucos entre 17 e 21 anos", o que resultou no aparecimento de 437 candidatos.
Tiveram uma série de TV entre 1966 e 1968 apenas duas temporadas com 58 episódios mais dois filmes para o cinema, um deles escrito por Jack Nicholson em parceria com Bob Rafelson.
“Os Monkees” apresentava a vida de um grupo de rock desempregado em busca de uma oportunidade para mostrar sua música.
O fim da produção televisiva ocorreu por vários motivos, entre eles, as brigas internas. Contratados como ‘fantoches’(e não tocavam composições próprias - Don Kirshner era o produtor musical), os integrantes do grupo revelaram ser pessoas com vontades e opiniões.
Lutando pelo domínio artístico do programa, em especial das músicas, até conseguiram produzir um álbum autoral em 1967, o antológico Headquarters, mas se separaram pouco tempo depois.
Adotando a linguagem ‘psicodélica’, a série apresentava várias situações nas quais Davy, Mike, Mickey e Peter se envolviam.
A ideia popularizou as bandas de rock de garagem.
Após a separação, Michael Neesmith na década de setenta chegou a lançar treze LP's, bem mais que os Monkees. Tornou-se um pequeno empresário fundando o selo Pacific Arts, com sua base em Camel na Califórnia.
Davy Jones e Mickey Dolenz lançaram diversos singles durante os anos seguintes, sem nunca colher um verdadeiro hit. Uma melhor fase foi quando os dois se juntaram novamente em 1976, com Bobby Hart e Tommy Boyce, os dois principais letristas da primeira fase dos Monkees. Proibidos de se chamarem Monkees, excursionaram como Dolenz, Jones, Boyd e Hart tocando em parques de diversões por toda a América. Em 1980, Dolenz e Jones voltaram a trabalhar juntos, desta vez na peça musical "The Point", escrita por Harry Nilsson. A peça foi encenada em Londres com sucesso.
Ao final dos anos oitenta, inflamados pelo assédio popular causado pela retransmissão dos seriados remasterizados pela MTV americana, os Monkees voltaram a gravar juntos, porém sem Michael, lançando o pequeno sucesso "That Was Then And This Is Now". Michael, ao que parece, com a morte de sua avó, herdou os diretos da patente do Liquid Paper e continua muito bem, obrigado. No meio musical é tratado como um respeitado músico cult, embora o mesmo não se possa falar dos Monkees.
O retorno ...
Micky Dolenz, Peter Tork e David Jones, voltaram a se reunir em turnê a ser realizada na Inglaterra entre os dias 12 e 25 de maio. Mike Nesmith, o quarto integrante, não participou da reunião, que serviu para comemorar o aniversário de 45 anos de criação da banda.
Quem compunha as musicas dos Monkees, então ?
O produtor Don Kirshner, faleceu no dia 17 de janeiro deste ano, aos 76 anos, vítima de parada cardíaca.
Don sonhava em ser compositor. Iniciou carreira compondo jingles em parceria com Robert Cassotto, que mais tarde ficaria famoso como o cantor Bobby Darin.
Em 1958, Kirshner deixou de lado as composições para se dedicar a descobrir novos talentos. Assim, se associou a Al Nevins, com quem criou a Aldon, agência de talentos para cantores e compositores. A empresa foi vendida em 1963 à Screen Gems, subsidiária da Columbia Pictures, com a qual Kirshner passou a trabalhar.
Entre os clientes da Aldon estava a dupla Tommy Boyce e Bobby Hart, compositores de música rock, gênero que se tornara popular com Elvis Presley, mas que virou mania com a chegada dos Beatles. Tentando captalizar o estilo do grupo inglês, a Columbia encarregou Kirshner de moldar o perfil da primeira série musical voltada para o público adolescente: “Os Monkees”, exibida entre 1966 e 1968.
Selecionados como atores que gravariam discos, os integrantes do grupo “Os Monkees” começaram a requisitar maior liberdade para selecionar o tipo de música que tocariam na série e nos shows. Michael Nesmith, que tinha interesse em seguir carreira musical própria, foi um dos que mais lutou para ter seu material inserido no catálogo do grupo. Mas o estilo de Nesmith não agradou Kirshner, o que gerou um conflito, que levou a Columbia a dispensar o produtor musical de sua função.
Assim, ele passou a se dedicar a outro projeto: “A Turma do Archie”, série animada musical produzida entre 1968 e 1973. ‘Escaldado’ com sua experiência com o grupo anterior, Krishner decidiu que para este projeto os músicos contratados permaneceriam no anonimato. Assim, a produção estreou lançando músicas como “Sugar, Sugar”, “Who’s Your Baby?”, “Jingle Jangle” e “Everything’s Archie”, entre outras.
Kirshner também foi um dos responsáveis pelo departamento musical de séries como “A Feiticeira”, “Jeannie é um Gênio”, “O Sótão/Love on a Rooftop”, “Persuaders”, “Occasional Wife”, “The Adventurer” e a série animada “As Aventuras de Charlie Chan”. Na década de 1970, Kirshner também trabalhou com shows Rolling Stones.
Outra cusiosidade: Três bandas foram declaradamente influenciadas pelos Monkees: The Ramones, The Buzzcocks e The Smiths.
Enquanto pesquisava e escrevia este artigo, saboreava as musicas do grupo de um box entitulado "LISTEN TO THE BAND - THE MONKEES" cuja capa é mostrado no início deste post. Trata-se de um box raro com 4 CD´s com todas as musicas gravadas pelos MONKEES em ordem cronológica.
Amigos de plantão. Hoje foi disponibilizado o programa É ROCK do dia 26/03/2011 no blog. Este programa apresento como especial para mim, pois contou com minha humilde participação em um bloco entre os apresentadores Parffit Jim Balsanelli, Marcelo Rizzatti, Rubens Herbst e o Luthier Carlos Polvani.
Nesta noite, apresentei 3 velharias muito legais e pouco ouvidos em rádios da banda canadense RUSH: - Circunstances (do disco hemisferes de 1978) A Farewell to Kings (1977) e Need Some Love (do primeiro disco da banda intitulado RUSH de 1974).
Para quem ainda não sabe (para os amigos de fora de Joinville), o programa É ROCK, é transmitido pela rádio UDESC de Joinville e tem sido um referencial para os roqueiros de plantão, pois seus apresentadores, têm sido formadores de opiniões aos ouvintes, pois apresentam os diversos nomes e estilos do mundo do ROCK.
Outro diferencial do programa, é a preocupação de sempre trazer os trabalhos regionais para serem conhecidos.
Além do mais, é o único programa que eu conheço que presenteia aos ouvintes uma guitarra do LuthierPolvani !
Para participar, basta responder a pergunta nos comentários no BLOG do programa (clique aqui) ou enviando email para erockjoinville@gmail.com. O autor da resposta mais criativa ganhará uma guitarra fabricada por este grande Luthier.
Para os que não puderam ouvir o programa, poderão ouvir diretamente do BLOG do programa, clicando aqui.
Aos amigos Parffit, Marcelo, Rubens e Polvani, deixo aqui meu agradecimento pelo belo e divertido momento que me proporcionarame fica meu parabéns pelo belo trabalho que realizam !
Tenho constantemente ouvido rádios de todos os tipos pela Internet...
Principalmente, nas áreas do Jazz, Blues, Rock e também, nos "EASY LISTEN" (quando estou trabalhando ou descansando).
A expressão EASY LISTEN, tratam-se as músicas ambientais, tranquilas, muitas vezes instrumentais, mas constantemente confundidos com NEW AGE.
Este é um engano muito grande e duramente criticado por Loreena McKennitt
Mas nestas minhas "andanças" entre rádios, tenho tido gratas surpresas em matérias de músicas realmente bem feitas, com o uso de eletrônicos (mas sem abusos massacrantes).
Török Zoltán é um compositor multi-instrumentista Hungaro bastante novo (36 anos aproximadamente) e que segue a linha de trilhas sonoras de filmes, e faz misturas de alguns estilos musicais muito bacana (pude perceber um pouco de lauge, chill out, um pouco de rock e com requintes quem lembra o estilo de Michael Cretu grupo do ENIGMA, ou David Arkenstone, só que um pouco menos agressivo).
Sua sonoridade é marcante e sem duvida uma ponte entre estilos !
O disco da imagem, é chamado The Island of Freedon de 2009, no qual estou saboreando no momento, mas o compositor já possui uma discografia de 11 trabalhos liberados ao publico e mais 6 que ainda não estão disponíveis.
No Brasil, os trabalhos deles podem ser comprados somente pela Internet. Não se encontra em lojas.
Mas mo site oficial do THE NEXION PROJECT há várias musicas completas que podem ser ouvidos on-line.
É uma excelente dica para um som ambiente ou para momentos de descanso.
Imagino que algumas pessoas irão "entortar o nariz" ao ver esta dica abaixo.
Porém, aprendi com um grande amigo, que todas as pessoas, precisam estar apoiados a um tripé de valores que são: a religião, o trabalho e a família. Eu adicionaria mais um valor entre estes: a cultura.
Entre muitos livros dos variados assuntos que tenho lido, procuro também, materiais ligados à minha crença, e penso que todos devem fazer o mesmo.
Quem me conhece, sabe dos diversos trabalhos voluntários que fiz (e alguns que ainda faço) com pessoas através de igrejas e entidades e materiais deste tipo sempre são sempre, muito bem vindos, pois o objetivo é sempre ajudar pessoas e com isso, também sermos ajudados.
Recentemente, conheci alguns trabalhos realizados pelo Pe. Reginaldo Manzotti.
Fazia algum tempo que não via um trabalho no ramo da literatura desenvolvido por um padre de forma diferenciada, voltado a "tornar as pessoas mais pessoas", sempre com uma ótica focada a fé, mas sem tirar "os pés do chão", como normalmente vemos por aí...
Aqui, quero apresentar dois trabalhos que realmente valem a pena serem conhecidos !
No livro "10 respostas que irão mudar sua vida", aborda assuntos relacionados àrealidade humana e traz dicas muito ricas e como lidar com as situações do nosso cotidiano, tais como:
Matrimonio. O que Deus uniu o homem não separa ?
Como ter uma vida sexual saudável e feliz no casamento?
Drogas. Como superar esse desafio?
Como lidar e superar o alcoolismo em família?
Como enfrentar o desemprego?
Como ajudar um familiar doente a resgatar a fé?
Como superar a dor do luto?
Já no livro "20 passos para a paz interior", são citado dicas para serem utilizados no dia-a-dia para uma vida melhor consigo e com o próximo.
Estes dois livros são de leitura fácil e muito rico no conteúdo, e facilmente tornam-se poderosas ferramentas de catequese, debates em grupos e evangelização.
Excelentes para o mundo jovem, mas indico para todas as idades !
Tenho aprendido uma lição, que ensino a quem eu puder: Qualquer DVD que leve o título LIVE AT MONTREAUX, é no mínimo magnifico !
O Festival de Jazz de Montreux é o mais conhecido festival de música da Suíça, e eu arriscaria, o maior e mais importante festival de música do mundo (pois hoje, já não se concetra mais somente apresentações de JAZZ ) !
Tem lugar anualmente durante o início do mês de julho em Montreux às margens do Lago Léman.
A primeira edição deste festival, foi em 1967 (um mês depois, eu nasci... Vai ver é por isso que, o festival é tão bom ! Ehehehe).
Neste festival, rola somente os melhores, mas parece incrível, pois, quando vemos uma banda (que sabemos que é bom) no Montreaux Jazz Festival, há sempre a presença da superação !
Hoje assisti o show da banda inglesa YES neste festival, realizado em 2003 e mais uma vêz esta minha impressão vem à tona. A banda YES é um fenômeno a parte ! Mas neste DVD, é impossível não vibrar com vários momentos. Se superaram, realmente !
Segue um dos momentos que gostei, mas vale a pena conferir todo este show !
No ultimo dia 25/03 na livraria Curitiba do shopping Muller, foi a noite de autógrafos de Wagner Xavier, lançando oficialmente seu livro ROCK RARO - O maravilhoso e desconhecido mundo do rock !
A noite contou com a presença da galera do programa É ROCK da rádio UDESC e foi ilustrado com muito som de rock (como podia deixar de ser) de discos raros e multi coloridos (o ultimo que vi rolando era cor-de-rosa !! Rs).
Ao amigo Wagner, desejamos muito sucesso com sua obra.
Quero dedicar um espaço a este trabalho incrível desenvolvido pelo amigo Wagner Xavier.
Com este livro, assim como com o próprio Wagner (no qual tive o prazer de trabalhar junto por alguns anos), pude aprender muito deste mundo e passei conheçer muitas coisas que eu nem imaginava que existia ! (rs)
O livro Rock Raro, é de um acabamento que impressiona e conta a história, através de 352 grupos musicais dos anos 60 e 70, da evolução do rock desde o beat, passando pelo garage rock, psicodelia, blues, hard rock, progressivo, folk rock... E por aí vai !
Já, o seu escritor, é sem duvida uma referência neste assunto e seu blog é sem duvida, uma grande referência.
O trio canadense RUSH, desde que os conheci, ocuparam o lugar de minha banda favorita !
Nesta semana adicionei em minha modesta coleção, o disco MOVING PICTURES de 1981.
Comprei ele do meu grande amigo (e um baita musico) Alexandre Lamim.
Este disco é considerado um divisor na história da banda, um disco de transição entre o período Progressivo para o período mais “pop”, onde os teclados predominam nos trabalhos.
Moving Pictures é o oitavo disco da banda, e a música "Tom Sawyer" (que nasceu neste disco) cita o personagem do mesmo nome dos livros de Mark Twain. Essa mesma música foi tema do seriado PROFISSÃO PERIGO (Se você se lembra, é porque está ficando velho como eu !!).
Apesar dos meus vinte e tantos anos trabalhando com informática, custei a me render ao mundo dos blogs...
Mas sinto que chegou a hora.
Sinto, porque, começo a sentir falta de um lugar para escrever e expressar as coisas que gosto e as coisas que tenho feito de bom dentro do que gosto (as coisas de ruim, vamos deixar pra lá ! Rs).
O que mais gosto ? Musica e leitura !!
Meu objetivo neste BLOG é colocar os sons que tenho ouvido (que não são poucos), o que estou lendo, filmes ou shows que estou assistindo, ... Em fim ! Tudo que tenho feito, para a cada dia, abrir um pouco mais minha mente e acalmar minha alma.
Então começo com uma bela histórinha:
Certa manhã o meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque.
Deteve-se subitamente numa clareira e perguntou-me:
- Além dos pássaros, ouves mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos e respondi:
Estou a ouvir o barulho de uma carroça.
- Isso mesmo, disse o meu pai, de uma carroça vazia.
Perguntei-lhe:
- Como sabe que está vazia, se ainda a não vimos?
- Ora, é fácil! Quanto mais vazia está a carroça, maior é o barulho que faz.
Cresci e hoje, já adulto, quando vejo uma pessoa a falar demais, aos gritos, tratando o próximo com absoluta falta de respeito, prepotente, interrompendo toda a gente, a querer demonstrar que só ele é dono da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai a dizer:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
Tenho constantemente encontrado pelas ruas "carroças vazias". Pessoas que com pouco esforço, tem tornado nosso mundo cada vêz mais barulhento, com sons altos (e com musicas de extremo mau gosto), com atitudes e palavras, que em nada acrescenta.
Espero mesmo, com este BLOG, ser um instrumento de troca de idéias e cultura com os que me relaciono.
Então aqui veremos muita musica boa (dos mais variados estilos), livros e links de muita gente que com certeza, não são carroças vazias.